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Plano estratégico da Gafisa foca projeto residencial em SP e RJ

14/12/2017 / Categorias Mercado imobiliário
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A Gafisa está concluindo seu planejamento estratégico para o período de 2018 a 2023. No novo ciclo, a companhia vai focar sua atuação em projetos residenciais a serem desenvolvidos em São Paulo e no Rio de Janeiro. A empresa atua no que chama de segmentos Moov - unidades de R$ 350 mil a R$ 500 mil - e Line - R$ 500 mil a R$ 2 milhões. "Acreditamos nos dois projetos", afirmou o presidente da Gafisa, Sandro Gamba. Não há meta, mas os projetos tendem a se equilibrar nos dois segmentos.

A Gafisa está encerrando 2017 com Valor Geral de Vendas (VGV) lançado de R$ 560 milhões. Segundo Gamba, a incorporadora tem condição de lançar de R$ 900 milhões a R$ 1 bilhão, no próximo ano, mas estima VGV similar ao de 2017. Além da aprovação de projetos, a Gafisa leva em conta a liquidez do mercado para definir lançamentos, conforme o presidente.

O ano de 2017 teve o patamar mais baixo de receita da Gafisa, diz Gamba. A partir de 2018, os projetos das safras mais recentes terão maior fatia da composição da receita do que os antigos. Atualmente, a operação da incorporadora está estabilizada em 19 canteiros de obras.

A Gafisa espera melhora de margens em 2018. Nos novos projetos, a companhia busca margem bruta de 35%.

A empresa avalia operações de venda no atacado para unidades comerciais. Segundo Gamba, o momento é mais favorável para esse tipo de operação, porque o setor vive sua inversão de curva.

Segundo o diretor executivo financeiro e de relações com investidores, Carlos Calheiros, o aumento de capital previsto e a rolagem das dívidas em negociação com credores são suficientes para posicioná-la para o novo ciclo. A incorporadora já divulgou que pretende alongar vencimentos de 2018 e 2019, no valor de pelo menos R$ 300 milhoes, para 2020 e 2021.

Quatro dos cinco credores dessas dívidas entregaram documentos sinalizando que concordam com a rolagem. Os documentos têm a condição suspensiva de validade condicionada ao aumento de capital. "Esperamos ter todas as assinaturas até o dia 20", disse o diretor. A assembleia para votar a capitalização está marcada para a próxima quarta-feira. Há um mês, o conselho de administração aprovou aumento de capital entre R$ 200 milhões e R$ 300 milhões.

Calheiros afirmou que o aumento da participação do GWI na Gafisa aponta que "há valor na companhia a ser destravado". O acionista vem elevando sua fatia na empresa nos últimos três meses e, de acordo com o site da Gafisa, a fatia atual é de 15,86%.

Está prevista para 12 de janeiro a primeira convocação da assembleia geral extraordinária para votar a proposta feita pelo GWI. Ela prevê aumento de 30% para 50% do limite de ações adquiridas que obriga o acionista que atingi-lo a realizar oferta pública de aquisições das ações aos demais.

Questionado se foi procurado pelo GWI, o presidente da Gafisa limitou-se a dizer que seu "papel é atender, de forma adequada, a todos os acionistas da companhia". "Ficamos muito satisfeitos com o interesse, mas cada acionista tem sua estratégia", disse Gamba.

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